Jacques Simões – Página: 3 – Trivor

Prepare sua empresa para o futuro: As principais tendências de TI para pequenas e médias empresas em 2024/2025

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equenas e médias empresas (PME’s) estão enfrentando um cenário tecnológico em rápida evolução. Para garantir eficiência, competitividade e segurança, essas empresas precisam estar atentas às novas tendências em gestão de TI. A seguir, exploraremos as principais inovações que estão moldando o futuro da TI e como elas podem beneficiar diretamente essas organizações.

 

1.Automação e Inteligência Artificial (IA):

A automação e a IA estão revolucionando a forma como as PME’s gerenciam seus processos, não apenas na TI, mas em toda a organização. Essas tecnologias permitem que equipes reduzidas obtenham grandes resultados, economizando tempo e recursos.

Automação de Processos: A automação pode ser aplicada em várias áreas da empresa, desde a gestão financeira até o atendimento ao cliente. Tarefas rotineiras, como o monitoramento de sistemas, o envio de relatórios, a gestão de estoque ou a atualização de dados de clientes, podem ser automatizadas. Isso permite que as equipes foquem em questões mais estratégicas e criativas. Para as PME’s, isso significa aumentar a produtividade e reduzir os erros operacionais, além de cortar custos. Com a automação, pequenos problemas são corrigidos automaticamente, sem necessidade de intervenção, o que permite uma operação mais fluida e eficiente em todas as áreas da empresa.

IA no Suporte Técnico para Clientes: PME’s muitas vezes lidam com recursos limitados em seus atendimentos, e a IA oferece uma solução acessível e eficiente. Com o uso de chatbots e assistentes virtuais, as empresas podem fornecer suporte rápido para resolver questões simples de seus clientes, como recuperação de senha ou informações sobre produtos e serviços. Isso agiliza o atendimento e garante que os clientes recebam respostas imediatas. Além disso, para casos mais complexos, o atendimento humano continua sendo essencial, permitindo que as PME’s ofereçam um serviço completo sem sobrecarregar suas equipes.

 

2. Segurança em TI: Proteção sob Medida para PME’s:

Com o aumento das ameaças digitais, a segurança da informação se tornou uma prioridade para qualquer empresa, independentemente de seu tamanho. Para as PME’s, adotar estratégias de segurança avançadas é fundamental para proteger seus dados e a continuidade de seus negócios.

Verificação Contínua de Acesso (Confiança Zero): As PME’s estão cada vez mais adotando uma abordagem chamada “Confiança Zero”, que exige a verificação contínua de cada tentativa de acesso a sistemas e dados. Isso significa que mesmo que uma senha seja roubada, o sistema verifica outras informações antes de liberar o acesso, protegendo melhor os dados da empresa. Essa tecnologia, antes acessível apenas para grandes corporações, agora está ao alcance de PME’s, permitindo uma segurança robusta sem complicações.

Proteção contra Sequestro de Dados: O sequestro de dados (ransomware) é uma ameaça crescente, onde criminosos bloqueiam o acesso aos sistemas até que um resgate seja pago. PME’s, muitas vezes, são vistas como alvos fáceis por não terem as mesmas defesas que empresas maiores. No entanto, com soluções de segurança acessíveis, como backups automáticos e proteção contra-ataques, as PME’s podem se defender de forma eficaz contra esse tipo de ameaça.

 

3. Nuvem Híbrida: Flexibilidade e Segurança para PME’s:

A computação em nuvem é uma das ferramentas mais poderosas para empresas que buscam flexibilidade, e a nuvem híbrida é especialmente vantajosa para PME’s. Mas o que exatamente é isso?

Nuvem Privada e Nuvem Pública: A nuvem pública é um serviço oferecido por grandes provedores, como Microsoft ou Google, onde várias empresas usam os mesmos servidores para armazenar dados e rodar aplicativos. É acessível, fácil de usar e muito escalável, permitindo que as empresas paguem apenas pelo que usam. Já a nuvem privada é um sistema exclusivo, onde a empresa tem servidores dedicados apenas para ela, proporcionando maior controle e segurança. É ideal para empresas que lidam com dados sensíveis ou regulamentados.

Nuvem Híbrida: A nuvem híbrida combina os benefícios das duas. Para PME’s, isso significa que elas podem armazenar dados críticos e sensíveis em um ambiente privado, mantendo um alto nível de segurança. Ao mesmo tempo, elas podem usar a nuvem pública para rodar sistemas ou armazenar informações menos sensíveis de forma mais econômica. O grande benefício aqui é a flexibilidade: conforme a empresa cresce, ela pode facilmente aumentar a capacidade de armazenamento e processamento sem a necessidade de comprar novos equipamentos. Isso também reduz custos e oferece escalabilidade, permitindo que as PME’s ajustem suas operações conforme a demanda.

 

4. Tecnologias Sustentáveis: Redução de Custos e Impacto Ambiental:

A sustentabilidade não é mais apenas uma tendência, é uma necessidade. E as PME’s podem aproveitar as tecnologias sustentáveis para economizar recursos e melhorar sua imagem perante os clientes.

TI Verde: Adotar tecnologias que consomem menos energia e geram menos resíduos pode fazer uma grande diferença, tanto para o meio ambiente quanto para os custos operacionais. Por exemplo, utilizar servidores eficientes em termos energéticos ou otimizar o uso de computadores pode reduzir significativamente as contas de energia da empresa. Além disso, os clientes estão cada vez mais atentos a práticas sustentáveis, e as PME’s que adotam o “TI Verde” podem melhorar sua reputação no mercado.

Descarte Responsável de Equipamentos: Com o avanço da tecnologia, os equipamentos de TI ficam obsoletos mais rápido. Para as PME’s, o descarte responsável de equipamentos antigos, como computadores e servidores, não só ajuda a proteger o meio ambiente, mas também garante que os dados sensíveis sejam eliminados de maneira segura.

 

5. Ferramentas de Colaboração: Melhorando a Produtividade no Trabalho Híbrido:

O trabalho híbrido, que combina trabalho remoto e presencial, tornou-se uma realidade para muitas empresas. Para as PME’s, isso significa que é necessário adotar ferramentas que garantam a conectividade e a colaboração eficaz entre suas equipes.

Evolução do Trabalho Híbrido: Ferramentas como Microsoft Teams, Zoom e Slack permitem que os funcionários se comuniquem, realizem reuniões e compartilhem informações de qualquer lugar. Isso é especialmente útil para PME’s, onde a flexibilidade é fundamental. As empresas podem reduzir custos com escritórios e, ao mesmo tempo, garantir que seus colaboradores permaneçam produtivos e engajados, mesmo trabalhando remotamente.

Transformação Digital Continuada: Para muitas PME’s, adotar a transformação digital é um processo contínuo. É necessário investir em tecnologias que facilitem o trabalho e tornem os processos mais eficientes. Isso inclui desde plataformas de colaboração até softwares de gestão de projetos e automação, que garantem que a equipe esteja sempre conectada e trabalhando de forma coordenada, independentemente de onde estejam.

 

6. Gestão de Ativos de TI: Maximização de Recursos:

Gerenciar os equipamentos de TI da empresa de maneira eficiente é crucial para as PME’s, já que orçamentos e recursos geralmente são mais limitados.

Gestão Inteligente de Ativos: Com ferramentas de monitoramento em tempo real, as PME’s podem garantir que seus equipamentos estejam sempre funcionando corretamente e prever quando será necessário realizar manutenções ou substituições. Isso ajuda a evitar problemas inesperados e permite que a empresa otimize o ciclo de vida de seus recursos de TI, garantindo que nenhum investimento seja desperdiçado.

Gerenciamento de Dispositivos Móveis (MDM): Com a crescente adoção de smartphones e tablets no ambiente corporativo, é essencial que as PME’s tenham controle sobre esses dispositivos. Soluções de MDM permitem que a empresa gerencie remotamente esses equipamentos, garantindo que dados corporativos estejam sempre seguros, mesmo quando acessados fora do escritório.

 

7. LGPD: Adaptação à Proteção de Dados como uma Necessidade:

Com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) em vigor, garantir a conformidade com as regulamentações de privacidade se tornou uma prioridade para empresas de todos os tamanhos. Para as PME’s, adaptar-se à LGPD não é apenas uma questão legal, mas também um diferencial competitivo.

Adaptação à LGPD: A LGPD exige que as empresas adotem medidas para proteger os dados pessoais que coletam e tratam. Isso inclui desde políticas internas de segurança até o controle sobre quem tem acesso às informações. Estudos recentes indicam que muitas PME’s ainda estão no processo de adequação, mas aquelas que já adotaram práticas de conformidade relataram maior confiança por parte de seus clientes. A implementação de medidas como criptografia de dados, gerenciamento adequado de permissões e o fornecimento de relatórios transparentes sobre o uso de informações são essenciais para atender às exigências da lei.

Além disso, estar em conformidade com a LGPD não é apenas uma questão de evitar multas, mas também de construir confiança com os clientes. Empresas que demonstram respeito pela privacidade dos dados de seus clientes tendem a se destacar no mercado, conquistando maior lealdade e credibilidade. As PME’s que investem em soluções tecnológicas para proteger dados e garantir a conformidade com a LGPD estão se posicionando de forma estratégica para o futuro.

 

Essas tendências de TI são fundamentais para que as PME’s possam otimizar seus processos, melhorar a segurança e acompanhar o ritmo do mercado. Ao adotar essas inovações, as pequenas e médias empresas estarão mais preparadas para crescer e enfrentar os desafios futuros com mais eficiência e segurança.

Se você quer saber mais sobre como essas soluções podem ajudar sua empresa, entre em contato conosco! Nossa equipe está pronta para ajudar seu negócio a alcançar o próximo nível com uma gestão de TI eficiente e segura.

 

Transformação Digital: O Caminho para uma Empresa Ágil e Competitiva

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transformação digital tornou-se fundamental para empresas de todos os setores. Não é mais apenas uma tendência, mas uma necessidade estratégica para garantir a competitividade em um mercado globalizado e dinâmico. Ela envolve a integração de tecnologias digitais em todas as áreas de uma organização, mudando fundamentalmente a forma como as empresas operam e entregam valor aos seus clientes.

 

O que é a Transformação Digital?

 

A Transformação Digital é o processo de integração de tecnologias digitais em todas as áreas de uma empresa, mudando a maneira como ela opera e entrega valor aos seus clientes. No cerne dessa transformação, está a utilização de ferramentas como computação em nuvem, inteligência artificial, automação de processos e análise de dados para aprimorar a eficiência, inovação e o relacionamento com o cliente.

No entanto, a Transformação Digital não se resume apenas à adoção de novas tecnologias. Ela também envolve uma mudança cultural significativa, exigindo que as empresas reavaliem seus processos e estratégias de negócios para se tornarem mais ágeis e centradas no cliente. Isso significa adotar uma mentalidade de inovação contínua, com foco em melhorar a experiência do cliente e otimizar operações internas, permitindo maior flexibilidade e adaptação rápida a mudanças no mercado.

Além disso, a Transformação Digital permite que as empresas façam uso intensivo de dados para tomar decisões mais assertivas e personalizar suas ofertas de forma mais eficiente. Essa reestruturação impulsiona não só o uso de novas tecnologias, mas também a remodelagem dos modelos de negócios tradicionais, permitindo às empresas criarem fluxos de receita e se manterem competitivas.

Um dos exemplos mais claros da Transformação Digital é a mudança pela qual passou a Microsoft, que, em vez de focar em softwares tradicionais, adotou uma estratégia baseada em soluções em nuvem, transformando seu modelo de negócios para atender às novas demandas do mercado.

 

Os Pilares da Transformação Digital

Para implementar a Transformação Digital de forma eficaz, é essencial compreender e aplicar seus principais pilares. Esses pilares atuam como os alicerces que sustentam uma empresa digitalizada, garantindo uma adaptação bem-sucedida às novas demandas do mercado.

 

     1. Experiência do Cliente

O foco na experiência do cliente é um dos motores mais importantes da Transformação Digital. No mundo digital, os consumidores esperam interações rápidas, personalizadas e acessíveis a qualquer momento. Empresas que desejam se manter competitivas precisam ajustar suas operações para oferecer esse tipo de experiência. Isso pode ser feito através da personalização de serviços, como o uso de análise de dados para entender melhor os desejos e necessidades dos clientes, e a criação de plataformas omnichannel, onde o cliente pode interagir com a empresa de diferentes formas (online, telefone, lojas físicas) sem perder a continuidade.

 

     2. Automatização de Processos

A digitalização dos processos internos das empresas é crucial para aumentar a eficiência e reduzir custos operacionais. Ao automatizar tarefas manuais repetitivas, como entrada de dados, atendimento ao cliente e controle de estoque, as empresas podem economizar tempo e recursos, além de reduzir a probabilidade de erros humanos. Ferramentas como RPA (Robotic Process Automation) podem ser utilizadas para executar esses processos de maneira mais rápida e precisa, permitindo que os colaboradores se concentrem em atividades mais estratégicas que demandam criatividade e inovação​.

 

     3. Modelo de Negócio Digital

A Transformação Digital exige que as empresas adaptem seus modelos de negócios tradicionais para aproveitar ao máximo o potencial das tecnologias digitais. Isso envolve repensar desde a forma como os produtos e serviços são oferecidos até como as operações internas são gerenciadas. Empresas que conseguem integrar soluções digitais de forma inteligente em seu modelo de negócio são mais capazes de reagir rapidamente a mudanças do mercado, lançar novos produtos e atender às necessidades dos clientes. Um exemplo claro é o surgimento de serviços baseados em assinatura e plataformas digitais, que substituíram modelos tradicionais de vendas de produtos físicos.

 

     4. Inovação e Tecnologias Emergentes

A inovação tecnológica é um elemento-chave da Transformação Digital. Para se manterem competitivas, as empresas precisam estar abertas à adoção de tecnologias emergentes, como Inteligência Artificial (IA) e Internet das Coisas (IoT). Essas tecnologias são poderosas, pois permitem que as empresas criem produtos, melhorem a eficiência operacional e ofereçam melhores experiências ao cliente.

Inteligência Artificial (IA): A IA refere-se ao desenvolvimento de sistemas que são capazes de aprender e tomar decisões com base em grandes quantidades de dados. As empresas podem usar IA para automatizar tarefas complexas, como a análise de grandes volumes de dados, personalizar o atendimento ao cliente com chatbots e até prever o comportamento dos consumidores. Ferramentas de IA são capazes de identificar padrões ocultos em dados que os humanos não conseguiriam perceber, ajudando na tomada de decisões mais informadas​.

Internet das Coisas (IoT): A IoT conecta dispositivos físicos à internet, permitindo que eles coletem e compartilhem dados em tempo real. No contexto empresarial, a IoT pode ser usada para otimizar operações, por exemplo, monitorando remotamente o desempenho de máquinas em uma linha de produção ou rastreando estoques em tempo real. Para o cliente final, a IoT oferece conveniência, como em dispositivos domésticos inteligentes, onde tudo, desde luzes até termostatos, pode ser controlado remotamente.

 

Como as Empresas Implementam a Transformação Digital?

Implementar a Transformação Digital de maneira eficaz requer planejamento estratégico e um compromisso com a inovação. As empresas geralmente começam revisando seus processos atuais e identificando áreas onde a digitalização pode oferecer o maior impacto. Isso inclui a adoção de tecnologias que ajudem a automatizar operações, melhorar a experiência do cliente e integrar dados em toda a organização. A colaboração entre diferentes departamentos, a capacitação dos colaboradores para utilizar novas ferramentas e o investimento em segurança digital são igualmente cruciais para garantir o sucesso dessa jornada.

Além disso, um dos passos fundamentais é adotar uma mentalidade de inovação contínua. As empresas não podem simplesmente implementar tecnologias e parar por aí; elas precisam estar dispostas a evoluir continuamente, incorporando novas ferramentas e ajustando seus processos para atender às demandas em constante mudança do mercado

 

Como Funciona a Transformação Digital?

A Transformação Digital começa com a reavaliação dos processos de negócios tradicionais. Ela exige uma estratégia clara, que integre diferentes departamentos e nivele as habilidades tecnológicas de todos os colaboradores. O uso de plataformas em nuvem, Big Data e inteligência artificial permite que as empresas monitorem e ajustem suas operações em tempo real, respondendo de maneira ágil às demandas do mercado.

 

O que Causou a Aceleração da Transformação Digital?

Diversos fatores contribuíram para a aceleração da Transformação Digital. A pandemia da COVID-19, por exemplo, forçou muitas empresas a adotarem soluções digitais rapidamente, para manter suas operações e continuar atendendo seus clientes remotamente. Além disso, a crescente demanda por experiências personalizadas e a evolução tecnológica constante pressionam as empresas a inovarem continuamente.

 

Objetivos da Transformação Digital: 

O objetivo central da Transformação Digital é garantir que as empresas continuem relevantes e competitivas em um ambiente de negócios em constante mudança. Isso é alcançado por meio de:

 

     1. Aumento da Produtividade: Automatização de processos e eliminação de ineficiências.

 

     2. Melhoria na Experiência do Cliente: Integração de canais e personalização de serviços.

 

     3. Redução de Custos: Digitalização de processos que tradicionalmente exigiam grande alocação de recursos.

 

A Importância da Transformação Digital:

A Transformação Digital é essencial para a sobrevivência das empresas no mercado moderno. Empresas que adotam essas mudanças são capazes de oferecer serviços mais ágeis, melhorar a comunicação com os clientes e explorar novas oportunidades de receita. Ela também permite que as empresas respondam rapidamente a novas demandas e tendências, mantendo-se à frente da concorrência.

 

Impactos da Transformação Digital:

A digitalização tem um impacto profundo em todas as áreas de uma empresa, desde a operação interna até as interações com clientes e fornecedores. Com a transformação, as organizações se tornam mais ágeis, flexíveis e resilientes, capazes de se adaptar rapidamente às mudanças e se posicionar de forma competitiva no mercado​.

 

Benefícios da Transformação Digital:

Empresas que passam por uma transformação digital bem-sucedida colhem benefícios significativos:

 

     1. Eficiência Operacional: Processos automatizados resultam em operações mais ágeis e com menos erros.

 

     2. Aumento de Receita: A digitalização possibilita a criação de novos produtos e serviços, além de novas formas de interagir com os clientes.

 

     3. Melhora na Tomada de Decisões: Com o uso de Big Data e análise de dados em tempo real, as empresas podem tomar decisões mais informadas e estratégicas.

 

A Transformação Digital é crucial para qualquer empresa que deseja se manter relevante e competitiva. Se você quer saber como a Trivor pode ajudar sua empresa a aproveitar as oportunidades e enfrentar os desafios da era digital, entre em contato conosco. Estamos prontos para guiar sua empresa nessa jornada rumo ao futuro.

Nova versão do Windows 11 traz novidades em design e correção de bugs

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ensando no design e na correção de bugs, a Microsoft liberou novas versões do Windows 11 para o canal Beta e Dev na última semana. No total, foram lançadas três versões do sistema operacional para os testadores da plataforma: 25169 (Canal Dev); 22621.440 e 22622.440 (Canal Beta). Cada uma delas, traz diferentes características que serão testadas antes do lançamento para o público. Partindo das versões de teste mais estáveis, a Microsoft adicionou um recurso exclusivo para aqueles que instalaram a compilação 22622.440, onde reúne alguns dos aplicativos em execução em um grupo que permanece oculto na barra de tarefas. Esse recurso estava disponível anteriormente de forma limitada para os usuários, mas finalmente chegou à versão “Beta” do Windows, indicando disponibilidade iminente. O Windows 11 passou a contar com uma nova janela “Abrir com” que respeita sua linguagem visual, que antes era exibida em um layout branco semelhante ao Windows 10, mas agora a caixa de diálogo possui transparência e elementos visuais da nova geração, além de extinguir os blocos azuis que abrigavam os ícones dos aplicativos.

 

Com relação às configurações do Windows 11, a nova versão se tornou mais completa ao extrair uma função do Painel de Controle. A partir dessa atualização, os usuários poderão desinstalar aplicativos que possuem algo que a Microsoft chama de “interdependência”, como uma plataforma de jogos e seus respectivos títulos instalados no PC. Estas melhorias vêm juntamente com uma série de correções de bugs no Explorador de Arquivos, incluindo o vazamento de memória causado ao utilizar as vindouras “guias”. Para usuários de ambas as versões, a barra de tarefas começou a exibir os widgets dinâmicos para mostrar placares de jogos, dados financeiros e notícias urgentes. Os widgets são discretos, mas podem ser expandidos para exibir mais informações ao clicar sobre o elemento.

 

A atualização dá mais um empurrão na transição do Painel de Controle para o app Configurações. Isto porque, antes, para remover ou alterar esses apps, era necessário abrir as definições antigas, já que o aplicativo de ajustes atual não reconhecia alguns padrões mais antigos. Tudo isto vem para destacar a personalização das Configurações, caracterizado pelos papéis de parede dinâmicos que mudam automaticamente em intervalos de tempo predeterminados. E a partir da nova versão, é possível limitar acesso a diferentes tipos de configurações, como o nível de brilho da tela e redes Wi-Fi, além de bloquear janelas pop-up e ajustar o menu Iniciar para exibir programas específicos.

 

Além do novo design, a nova versão traz uma série de correções de bugs que tornaram o sistema mais estável antes do lançamento de atualizações cumulativas. Um dos bugs do Windows 11 que a Microsoft corrige com esta atualização afeta a experiência de uso do sistema operacional onde o botão iniciar desaparece. Este erro se une com diversos bugs reportados pela comunidade, muitos dos quais já corrigidos. Um deles, descoberto no início do ano e corrigido em maio, fazia com que arquivos excluídos continuassem no computador mesmo após a formatação do dispositivo. Em outro caso mais específico, uma atualização do Windows 11 afetava diretamente os jogadores, já que o sistema podia impedir que alguns jogos não funcionassem corretamente e fossem fechados.

 

O Windows 11 não é lá muito querido por quem usa o PC para jogar, os usuários gamers ainda preferem a versão anterior, o Windows 10, que foi aperfeiçoando e otimizado para jogos após anos de atualizações e melhorias. A aversão da comunidade gamer com a versão de Windows 11, antes desta correção, é baseada nas falhas que limitavam o desempenho de jogos, onde vários usuários relataram o fechamento repentino de alguns games. A Microsoft está trabalhando para melhorar, e de fato, é preciso reconhecer que a empresa está lançando recursos bem interessantes, que prometem atrair de vez a comunidade gamer. O Microsoft Edge, que comumente só é utilizado para baixar o Chrome, recebeu uma atualização recentemente, que promete melhorar a responsividade do Edge durante partidas de jogos via Xbox Cloud Gaming, que executa os jogos nos servidores da Microsoft e retorna apenas o vídeo para os usuários. Isso permite que os games do catálogo rodem em qualquer dispositivo com uma tela e acesso à internet.

 

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Como as novas tecnologias estão auxiliando o mercado brasileiro de Cloud

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ocê consegue se lembrar da última vez que pensou em comprar um pendrive ou cartão de memória para armazenar documentos ou arquivos e utilizar o mesmo longe de seu computador ou dispositivo móvel? Pois é, os tempos de armazenar dados desta forma realmente ficaram para trás. Atualmente, quase 80% das empresas utilizam de cloud computing para executar trabalhos ou guardar informações – inclusive as importantes e sensíveis. A armazenagem em nuvem tornou-se um ecossistema vasto e complexo de tecnologias, produtos e serviços. Já é um nicho de ponta da área de TI, e movimenta uma economia de vários bilhões de dólares, onde muitos provedores de nuvem competem por uma participação de mercado em nuvem cada vez maior. Navegar e entender esse ecossistema de nuvem é cada vez mais comum, e gigantes da indústria – Amazon Web Services, Microsoft Azure e Google Cloud Platform – assim como muitas outras empresas do mercado de nuvem buscam uma parcela deste mercado e com isto, apresentam novas tecnologias todos os dias, para um consumidor ávido e necessitado destes novos produtos.

 

Para entendermos como está este mercado hoje, é necessário entender os três principais tipos de computação em nuvem. Cada tipo tem sua própria gama distinta de serviços e provedores de nuvem que compõem o mercado. Os três principais tipos de computação em nuvem são:


Infraestrutura como Serviço (IaaS) – IaaS é uma oferta de armazenagem em nuvem onde o provedor fornece acesso sob demanda a recursos computacionais como redes, armazenamento e servidores. Dentro da infraestrutura dos provedores, você executa suas próprias plataformas e aplicativos, fornecendo um recurso de hardware flexível que pode ser dimensionado de acordo com as necessidades de armazenamento e processamento.


Plataforma como Serviço (PaaS) – PaaS já traz a possibilidade de acesso a um ambiente de nuvem no qual você pode desenvolver, gerenciar e hospedar aplicativos. Você terá acesso a uma série de ferramentas através da plataforma para apoiar testes e desenvolvimento. O provedor é responsável pela infraestrutura subjacente, segurança, sistemas operacionais e backups.

Software como Serviço (SaaS) – SaaS é uma oferta de armazenagem onde o provedor lhe dá acesso ao seu software baseado em nuvem. Em vez de instalar o aplicativo de software em seu dispositivo local, você acessa o aplicativo do provedor usando a Web ou uma API. Através da aplicação, você armazena e analisa seus próprios dados. Você não precisa investir tempo na instalação, gerenciamento ou atualização de software, tudo isso é feito pelo provedor.

 

Dentro de cada uma dessas categorias de serviço, você tem a opção de soluções de nuvem públicas onde o provedor fornece acesso à infraestrutura do data center e são responsáveis por todo o gerenciamento, manutenção, segurança e atualizações, nuvens privadas onde você hospeda em seu próprio data center ou intranet, com a prerrogativa de gerenciar e atualizar seu próprio ecossistema de nuvem de recursos de servidor, rede, software ou plataforma, e ainda híbrida, que é uma combinação de soluções tanto da nuvem pública como privada.

 

E em conformidade com as questões regulatórias e de segurança, como a LGPD, já considerando um cenário de ampla adesão ao teletrabalho, a procura por esta tecnologia tem impulsionado o setor de nuvem privada/híbrida do Brasil. É o que aponta o relatório “ISG Provider LensTM Next-Gen Private/Hybrid Cloud – Data Center Services and Solutions 2022”, publicado pelo ISG (Information Services Group), empresa global de pesquisa e consultoria em tecnologia. Segundo o levantamento, as empresas do país estão engajadas na busca de agilidade e eficiência de suas operações de TI, o que repercute em um avanço acelerado em todos os tipos de serviços de nuvem, não somente privada, mas também pública e híbrida.

 

De acordo com Marcio Galbe – CEO & Founder da inov.TI – empresa que atua com cloud on-demand, conta que a nuvem híbrida, soluções multicloud e 5G são as principais tecnologias que podem auxiliar o mercado de computação em nuvem hoje em dia. Ele diz que “é fácil de entender o crescimento acelerado da utilização de armazenamento em nuvem nos últimos anos, dada a quantidade de benefícios que a nuvem agrega às empresas. Contudo, de uma forma geral, o cloud computing ganhou esse destaque durante o período de pandemia e trabalho remoto justamente por facilitar o acesso aos dados da empresa sem a necessidade da atuação presencial – e, claro, oferecer isso garantindo a segurança dos dados e informações da organização”.

 

Impulsionado pelo trabalho remoto, assim como pela busca por segurança e necessidade de armazenagem em larga escala, com menor custo, a nuvem permite o compartilhamento de forma eficaz e ágil, resultando no aumento da produtividade dos colaboradores, mesmo que num primeiro momento foi preocupação dos líderes e diretores de empresas, que poderia acarretar na queda no rendimento do trabalho e, consequentemente, a perda de prazos e atividades com menos qualidade. No entanto, para Galbe, o aumento no consumo da nuvem está diretamente ligado à produtividade e é por isso que essa tecnologia cresceu tanto nos dois últimos anos. “O consumo também cresce por se tratar de algo flexível e adaptável a diversas necessidades, o que tornou a nuvem essencial por aliar praticidade, capacidade de armazenamento, preços justos e garantia de atender às demandas prontamente”.

 

A recomendação, ao avaliar uma mudança para provedores de nuvem, é pesquisar e compreender os produtos no mercado, as opções de serviço e os modelos que mais se ajustam ao formato de trabalho, volume e processos internos de sua empresa. Investir tempo aqui irá garantir uma configuração de nuvem personalizada de acordo com as necessidades da sua empresa ao custo mais eficiente , e não somente o de melhor custo.

 

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Kubernetes e a tecnologia de containers

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ão somente para quem está imerso no mundo do desenvolvimento de aplicações e softwares, mas para quem atua com programação e virtualização, os Kubernetes não são novidade. Todas as empresas que lidam com o desenvolvimento de aplicações robustas enfrentam o problema de ter que atuar com grandes blocos de programação difíceis de alterar ou programar, e assim que é necessário mexer nestes blocos, é aquela dor de cabeça de sempre para os desenvolvedores. E na tentativa de corrigir estes problemas surgiu uma nova abordagem de redimensionamento: Kubernetes.

 

O Kubernete, ou “k8s” é um sistema de gerenciamento de contêineres, soluções que virtualizam sistemas operacionais em uma arquitetura de microsserviços. É uma plataforma open source que automatiza as operações dos containers e elimina grande parte dos processos manuais necessários para implantar e escalar as aplicações em containers, onde torna-se a plataforma ideal para hospedar aplicações nativas em nuvem que exigem escalabilidade rápida, como a transmissão de dados em tempo real. Originalmente, o Kubernetes foi criado e desenvolvido por engenheiros do Google. O Google foi um dos pioneiros no desenvolvimento da tecnologia de containers. Além disso, a empresa já revelou publicamente que tudo no Google é executado em containers (inclusive, essa é a tecnologia por trás dos serviços em cloud da empresa). O Google gera mais de 2 bilhões de implantações de contêineres por semana, viabilizadas por uma plataforma interna: Borg. O Borg foi o antecessor do Kubernetes. As lições aprendidas ao longo dos anos de desenvolvimento do Borg foram a principal influência para o desenvolvimento da tecnologia do Kubernetes. Em 2015, o Google doou o projeto Kubernetes à Cloud Native Computing Foundation, recém-formada na época.

 

No início, as empresas executavam aplicações em servidores físicos. Não havia como definir limites de recursos para aplicações em um mesmo servidor físico, e isso causava problemas de alocação de recursos. Por exemplo, se várias aplicações fossem executadas em um mesmo servidor físico, poderia haver situações em que uma aplicação ocupasse a maior parte dos recursos e, como resultado, o desempenho das outras aplicações seria inferior. Uma solução para isso seria executar cada aplicação em um servidor físico diferente. Mas isso não escalava, pois os recursos eram subutilizados, e se tornava caro manter muitos servidores físicos.

 

Foi então que a virtualização foi introduzida. A partir daqui, é possível executar várias máquinas virtuais em uma única CPU de um servidor físico. A virtualização permite que as aplicações sejam isoladas entre as máquinas virtuais, e ainda fornece um nível de segurança, pois as informações de uma aplicação não podem ser acessadas livremente por outras aplicações. A virtualização permite melhor utilização de recursos em um servidor físico, e permite melhor escalabilidade porque uma aplicação pode ser adicionada ou atualizada facilmente, reduz os custos de hardware e muito mais. Com a virtualização, você pode apresentar um conjunto de recursos físicos como um cluster de máquinas virtuais descartáveis. Cada máquina virtual é uma máquina completa que executa todos os componentes, incluindo seu próprio sistema operacional, além do hardware virtualizado.

 

 

Contudo surge a tecnologia dos contêineres. Eles são semelhantes às máquinas virtuais, mas têm propriedades de isolamento flexibilizadas para compartilhar o sistema operacional entre as aplicações. Portanto, os contêineres são considerados leves. Semelhante a uma máquina virtual, um contêiner tem seu próprio sistema de arquivos, compartilhamento de CPU, memória, espaço de processo e muito mais. Como eles estão separados da infraestrutura subjacente, eles são portáveis entre nuvens e distribuições de sistema operacional. Os contêineres se tornaram populares porque eles fornecem benefícios como:


– Criação e implantação ágil de aplicações: aumento da facilidade e eficiência na criação de imagem de contêiner comparado ao uso de imagem de máquina virtual.

– Desenvolvimento, integração e implantação contínuos: fornece capacidade de criação e de implantação de imagens de contêiner de forma confiável e frequente, com a funcionalidade de efetuar reversões rápidas e eficientes.

– Separação de interesses entre desenvolvimento e operações: cria imagens de contêineres de aplicações no momento de construção/liberação em vez de no momento de implantação, desacoplando as aplicações da infraestrutura.

– A capacidade de observação não apenas apresenta informações e métricas no nível do sistema operacional, mas também a integridade da aplicação e outros sinais.

– Consistência ambiental entre desenvolvimento, teste e produção: funciona da mesma forma em um laptop e na nuvem.

– Portabilidade de distribuição de nuvem e sistema operacional: executa no Ubuntu, RHEL, CoreOS, localmente, nas principais nuvens públicas e em qualquer outro lugar.

– Gerenciamento centrado em aplicações: eleva o nível de abstração da execução em um sistema operacional em hardware virtualizado à execução de uma aplicação em um sistema operacional usando recursos lógicos.

– Microserviços fracamente acoplados, distribuídos, elásticos e livres: as aplicações são divididas em partes menores e independentes e podem ser implantados e gerenciados dinamicamente – não uma pilha monolítica em execução em uma grande máquina de propósito único.

– Isolamento de recursos: desempenho previsível de aplicações.

– Utilização de recursos: alta eficiência e densidade.

 

Mas então, onde entram os Kubernetes?

 

Os contêineres já provaram que são uma boa maneira de agrupar e executar suas aplicações. Em um ambiente de produção, é necessário gerenciar os contêineres que executam as aplicações e garantir que não haja tempo de inatividade. Por exemplo, se um contêiner cair, outro contêiner precisa ser iniciado. É aqui que o Kubernetes entra! O Kubernetes oferece uma estrutura para executar sistemas distribuídos de forma resiliente. Ele cuida do escalonamento e da recuperação à falha de sua aplicação, fornece padrões de implantação e muito mais.

O Kubernetes pode trazer várias ferramentas para todo o seu processo de virtualização e aplicação em containers, além de:

– Descoberta de serviço e balanceamento de carga – o Kubernetes pode expor um contêiner usando o nome DNS ou seu próprio endereço IP. Se o tráfego para um contêiner for alto, o Kubernetes pode balancear a carga e distribuir o tráfego de rede para que a implantação seja estável.

– Orquestração de armazenamento – o Kubernetes permite que monte automaticamente um sistema de armazenamento de sua escolha, como armazenamentos locais, provedores de nuvem pública e muito mais.

– Lançamentos e reversões automatizadas – é possível descrever o estado desejado para seus contêineres implantados usando o Kubernetes, e ele pode alterar o estado real para o estado desejado em um ritmo controlado.

– Autocorreção – o Kubernetes reinicia os contêineres que falham, substitui os contêineres, elimina os contêineres que não respondem à verificação de integridade definida pelo usuário e não os anuncia aos clientes até que estejam prontos para servir.

– Gerenciamento de configuração e de segredos – o Kubernetes permite armazenar e gerenciar informações confidenciais, como senhas, tokens e chaves. Você pode implantar e atualizar segredos e configurações de aplicações sem reconstruir suas imagens de contêiner e sem expor segredos em sua pilha de configuração.

 

Kubernetes não é um mero sistema de orquestração, na verdade, ele elimina a necessidade de orquestração. A definição técnica de orquestração é a execução de um fluxo de trabalho definido: primeiro faça A, depois B e depois C. Em contraste, o Kubernetes compreende um conjunto de processos de controle independentes e combináveis que conduzem continuamente o estado atual em direção ao estado desejado fornecido. Não importa como você vai de A para C. O controle centralizado também não é necessário. Isso resulta em um sistema que é mais fácil de usar e mais poderoso, robusto, resiliente e extensível.

 

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Mercado de tecnologia continua aquecido e em crescimento em 2022

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urante a 15a edição da Eletrolar Show 2022, grandes empresas que atuam no mercado de eletrodomésticos, eletroeletrônicos, celulares e TI, fizeram uma análise minuciosa do momento econômico no Brasil e no mundo, e trouxe otimismo para os setores, com bons números de 2021 e o 1 Semestre de 2022, e projeções relevantes para o 2o Semestre. A pandemia mostrou algumas coisas importantes para o mercado, onde as pessoas foram para suas casas e toda a parte de sistemas também foi junto. Com esse movimento, os equipamentos que geralmente as pessoas já tinham para o dia a dia, como os tablets e o próprio celular, passaram a não ser suficientes para suportar essa carga de trabalho. Com isto, as empresas precisaram melhorar a performance dos equipamentos, e assim, fez com que o mercado, tanto para aparelhos novos, assim como peças, ficassem mais fortes e aquecidos.

 

Empresas do setor de TI, como Fujioka Distribuidor, que está hoje entre os três maiores do país, registrou em 2020 e 2021 um crescimento nas vendas de produtos tecnológicos de 60% em relação à 2019, em especial dos que fazem parte do home office e home schooling, como monitores e notebooks. Com as pessoas mais tempo dentro de casa, outros produtos, como ar condicionado, lava e seca e televisores, tiveram crescimento de vendas. Nesta mesma linha, pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Software aponta que a indústria de tecnologia no Brasil cresceu 22,9% em 2021, considerando os mercados de software, serviços, hardware e também as exportações do segmento. Em 2022 esse movimento ainda está latente, as empresas bem como as pessoas continuam trocando gradativamente seus equipamentos, pois sentiram na pele que precisam de mais potência e dispositivos que atendem os avanços tecnológicos. Apesar de existir uma tendência natural de desaceleração das compras, os consumidores já criaram necessidades e o mercado continua com boas perspectivas, o que influencia diretamente na retomada da economia.

 

Já com relação ao mercado de trabalho, dados recentes mostram também que o setor de TI deverá empregar 2,06 milhões de pessoas em 10 anos, sendo 779 mil em 12 profissões emergentes. Apesar de o Brasil, segundo a IDC, possuir uma representatividade significativa no mercado global de TI, estudos apontam que o país apresenta um déficit anual de talentos na área de 106 mil profissionais. Muitas empresas deste setor estão sentindo na pele a dificuldade de encontrar profissionais qualificados e vem buscando capacitar essa mão-de-obra ainda em fase de formação, como o exemplo da gigante Google, que lançou há pouco mais de um mês a trilha Capacita+, que se encerra no dia 25 de julho, e é voltada para quem deseja seguir uma carreira na área de TI, assim como aqueles que pretendem adquirir novas habilidades em computação em nuvem e se preparar melhor para o mercado. As certificações ajudam os interessados a validar e comprovar suas habilidades e conhecimentos das tecnologias do Google Cloud. E também, em parceria com o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) e o Coursera, a Google abriu inscrições para 30 mil bolsas de estudos em parceria com, em cursos na área de tecnologia. Todos os candidatos inscritos passarão por uma seleção do CIEE, que acompanhará os jovens selecionados até a inserção no mercado de trabalho. Os inscritos poderão escolher entre quatro cursos: Suporte de TI, Análise de Dados, Gerenciamento de Projetos e Design UX.

 

Este mercado em franco crescimento é fruto de uma busca de modernização para acompanhar as tendências do mercado, não somente para as grandes empresas, mas todo o mercado. Pequenas empresas também estão investindo cada vez mais na digitalização de todos os processos do negócio e em como fazer isso com segurança, migrando dados para a nuvem. De acordo com um levantamento feito pela da Sky.One, empresa na área de Tecnologia da Informação, 87% das organizações que contrataram serviços de armazenamento em nuvem nos anos de 2020 e 2021 eram de pequeno porte, com até 50 empregados. O processo de digitalização de empresas nos últimos dois anos foi acelerado pela pandemia da Covid-19. Os gastos e investimentos em TI das empresas brasileiras em relação a países mais desenvolvidos, como Estados Unidos e países da Europa, ainda é inferior, mas em comparação com outros países da América Latina, os investimentos do país são superiores. Para 2022, a expectativa é que as empresas nacionais invistam 9% da receita em TI.

 

Para desenvolver projetos de digitalização e inovação, é preciso colaboradores que dominem as novas tecnologias e estejam dispostos a se atualizar constantemente. Para superar este problema, que afeta diretamente as empresas, um dos caminhos é a recapacitação, ou seja, identificar no quadro atual de empregados quais possuem interesse em adquirir novas habilidades e investir na formação, bem como oferecer cursos para profissionais do mercado que estão dispostos a buscar mais conhecimento. Outra estratégia importante é estreitar laços com parceiros, como aceleradoras, startups e universidades, para atrair jovens que já estão seguindo esse caminho. Faltam profissionais no mercado, e os que estão disponíveis estão sendo disputados com afinco. Mesmo com a grande procura de cursos técnicos e universitários, as empresas precisam suprir hoje a demanda. A solução é dar condições para estes profissionais interessados em aprender, se capacitar e suprir as necessidades do mercado.

 

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Tecnologia 5G chega no Brasil

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tecnologia 5G é a quinta geração de internet móvel, que chegou no Brasil esta semana, prometendo maior alcance e velocidade, onde permitirá a interconexão de equipamentos e dispositivos, e ainda, o acesso a produtos inovadores e utilidades domésticas, desenvolvendo a chamada Internet das Coisas (IoT). Aqui, ele chega primeiro em Brasília, e utilizará a faixa de 3,5 GHz. Ter um aparelho com 5G possibilitará melhora no tempo de downloads e uploads, maior velocidade na transferência de dados por segundo e economia de até 90% no consumo de energia dos aparelhos. Além de tudo isso, a eficiência da tecnologia que processa as informações de forma muito mais ágil, a nova tecnologia da internet móvel 5G possibilitará o uso em telefones celulares e gadgets que não são conectados à rede wifi ou internet por cabo. O 5G é a quinta geração da rede de internet móvel. Trata-se de uma estrutura de antenas, receptores e faixas de radiofrequência que permitem conexões de celulares, tablets e dispositivos móveis, de forma muito mais rápida e estável. Para funcionar, a tecnologia exige antenas e receptores próprios. Exige também uma infraestrutura mais numerosa dessas antenas, que precisarão estar mais perto uma das outras, em relação à estrutura de 4G.

 

Apesar da chegada desta nova tecnologia, as outras já existentes – 2G, 3G e 4G – permanecem e estão sempre se aprimorando, de acordo com Vinicius Caram, Superintendente da Anatel. “Na página da Anatel tem hoje todos os terminais compatíveis com esta nova faixa de tecnologia 5G. Hoje são 67 dispositivos que estão no mercado,” continuou ele. “Antes de você adquirir um novo celular, olhe lá na página da Anatel se aquele terminal, aquele dispositivo, é apto para receber a tecnologia 5G na faixa 3,5 GHz que está sendo disponibilizada. É simples a consulta e fácil de você verificar”. Quanto à oferta do 5G no Brasil, Caram disse depender bastante das operadoras, explicando que é possível que as empresas adicionem o 5G aos planos e pacotes já existentes. No entanto, também é possível que ele chegue em contratos adicionais. Entre os benefícios do 5G, Caram citou a maior velocidade, possibilidade de ver vídeos em 4K e jogar online com tempo de latência menor.

 

A expectativa do Governo e da Anatel, é que haja uma melhora nos serviços com a chegada da nova tecnologia, onde não irá atender somente os usuários comuns, mas também toda a cadeia produtiva, assim como outras áreas da economia A expectativa é que até o final de agosto, todas as capitais do país estejam com a faixa de 3,5 GHz limpa para que as prestadoras possam ativar as estações 5G nesta faixa. Caram também destacou que o 5G deve chegar em 2023 nas cidades acima de 500 mil habitantes, e que existe um projeto para buscar atender cidades menores. Como a capacidade de transmissão de dados da internet 5G é extremamente avançada, será possível acompanhar a evolução da inteligência artificial em milhares de equipamentos, melhorando os processos de controle e operação remota, tornando-os mais seguros e eficiente, já que em uma rede wifi não temos essa capacidade para suportar tantas conexões, e é o que faz com que o 5G seja muito atraente para o desenvolvimento da Internet das Coisas e a evolução da Indústria 4.0.

 

Como o tempo de latência na rede 5G é bem menor que do 4G, o uso de armazenamento em nuvem em larga escala se tornará o diferencial para o aumento da eficiência de equipamentos e o compartilhamento de informações em tempo real. As empresas já se preparam para o uso da tecnologia e logo poderão contar com uma rede mais estável, em que será possível conectar inúmeros equipamentos e dispositivos ao mesmo tempo sem provocar falhas ou comprometer a eficiência dos processos. Dessa forma, é possível garantir produtos de qualidade constante, que serão fabricados com muito mais velocidade e menor custo. Com mais velocidade de processamento e sem necessidade de fios conectados às máquinas, é possível fazer as atividades com maior produtividade, gerando melhores resultados e trazendo maior competitividade dos nossos mercados perante o resto do mundo. E um ponto que está sendo esperado pelas empresas especializadas é que, com a rede 5G trará protocolos avançados de segurança que dificultam o vazamento das informações e a invasão dos sistemas.

 

A chegada do 5G ao Brasil deu novo fôlego ao setor varejista de eletroeletrônicos e eletrodomésticos, que representa 2,5% do PIB Industrial, já que este setor apresentou uma retração de 24% nas vendas nos primeiros cinco meses de 2022 em relação ao mesmo período do ano passado. Mas diante desta nova tecnologia, a expectativa é de recuperação parcial dos resultados no segundo semestre, impulsionada pela chegada da nova tecnologia, que deve trazer maior valor agregado aos produtos. Sem contar em toda revolução que irá trazer para outros setores, principalmente para o agronegócio brasileiro. Em um país continental como o Brasil esse aumento do raio de cobertura significa alcance da internet em áreas rurais e industriais que hoje estão descobertas de sinal.

 

O 5G começou a ser implementado em 2019, na Coreia do Sul. A partir daí, outras potências globais como Estados Unidos, Alemanha e Japão também avançaram em suas redes. O progresso da China, que virou líder na área, passou a ser um dos grandes desafios geopolíticos dos Estados Unidos, com tensões diplomáticas que afetaram o mundo inteiro, inclusive o Brasil. Além dos impactos na tecnologia e comunicação, assim como o 4G viabilizou os serviços de streaming e os aplicativos de transporte e de entrega, o 5G promete uma revolução na medicina, como cirurgias remotas, telepresença, carros autônomos que trocam informações entre si e inteligência artificial em aprendizado ininterrupto.

 

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Azure – Soluções em nuvem da Microsoft

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tecnologia de cloud computing trouxe grande mobilidade para nossas vidas, tanto que muda na mesma velocidade em que ela vem se aperfeiçoando nos últimos anos. De uma simples forma de armazenar arquivos remotamente, se transformou no principal modelo de produtividade. E as plataformas de nuvem estão cada vez mais presentes no dia a dia de empresas e de todos nós. É a partir desta velocidade que surgiu a necessidade de transformar a forma de pensar em armazenar e as facilidades de se conectar e acessar arquivos e programas de qualquer lugar que esteja, bem como desenvolver e usar aplicativos dos mais distintos sem precisar de armazenamento e recursos próprios. Assim como várias companhias, a Microsoft também tem o seu próprio serviço neste quesito, conhecido como Azure, que surge no centro dessas mudanças, onde permite a inclusão de estratégia de nuvem em empresas de forma conectada com todos seus aplicativos, disponibilizando mais uma facilidade de integração entre todos os recursos da plataforma da Microsoft.

Microsoft Azure é uma plataforma da Microsoft e que concorre diretamente com o Amazon Web Services e o Google Cloud. Ela é formada por uma série de ferramentas diferentes, que permite a empresas e desenvolvedores adquirirem as capacidades de processamento e armazenamento dos datacenters da Microsoft para aplicação em seus negócios como alternativa ao modelo convencional. Nos últimos dois anos, a plataforma teve um crescimento de 62%, se tornando um dos produtos de maior sucesso da marca. Com o crescimento da demanda por computação na nuvem e a sofisticação dessa tecnologia, o serviço concentra toda a plataforma de nuvem da Microsoft — desde a infraestrutura de cloud computing para hospedar sistemas empresariais até ferramentas e recursos que expandem a capacidade produtiva de negócios em todos os setores. A partir do momento que se adquire a ferramenta, sua empresa e você terão à disposição os datacenters da Microsoft espalhados pelo mundo, podendo sua equipe utilizar de acordo com as necessidades do seu negócio e a sua estratégia para crescimento no futuro.

 

Para as empresas que desenvolvem aplicativos, sites de Internet e desejam informatizar todos os seus processos, a primeira necessidade a considerar no planejamento é o serviço oferecido de armazenagem, que terá a função de ofertar uma infraestrutura de computadores para permitir sua operação. Antes, se investia em servidores para a criação de uma infraestrutura necessária para o funcionamento do produto, como por exemplo, se uma empresa possuísse um app, esses servidores seriam responsáveis por autenticar usuários, registrar suas compras e fazer o disparo de processos de faturamento ou de envio da mercadoria. Não somente isto, seriam necessárias outras máquinas para backup, para a intranet da empresa e para um servidor de e-mails para seus funcionários. Além de caros, servidores locais são propensos a falhas, e estimativas erradas podem gerar grandes prejuízos, ocorrendo a possibilidade de se ter um parque obsoleto, com custo alto. Assim, o Azure surge como a opção para evitar estas falhas, prejuízos – que muitas vezes seriam imensuráveis – pagando mensalidades de acordo com a necessidade da sua empresa, trazendo a comodidade das ferramentas do Azure, eliminando os custos de manutenção, upgrade e preservação de backups, que passam a ser responsabilidades da Microsoft. E o melhor de tudo, é que serviços de computação na nuvem, como o Azure, representam um custo inicial muito menor, pois não é preciso comprar os servidores ou contratar funcionários especializados, além de contratar apenas as ferramentas que serão utilizadas.

 

O Microsoft Azure funciona, basicamente, em dois modelos flexíveis de assinatura: pré-pago e pós-pago. Isso é, você paga apenas pelos serviços que precisa baseado na sua demanda e na sua capacidade de investimento naquele momento — sem qualquer restrição de compromisso no caso do modelo pré-pago. Alguns desses módulos, inclusive, são mutáveis em tempo real, onde sua empresa nunca irá pagar mais ou não terá acesso a tudo que foi pago. E o melhor, em picos de demanda, é possível pedir mais recursos para atender toda sua empresa, sua necessidade, com a mesma qualidade, assim como dá para abrir mão dos recursos ociosos e economizar dinheiro quando a demanda estiver menor e não tiver necessidade da utilização do volume adquirido em dado momento.

Assim, podemos trabalhar com dois modelos no Azure:


1. PaaS – No modelo de
Platform as a Service, ou PaaS, o Azure oferece a plataforma necessária para rodar programas e sistemas na nuvem baseados na estrutura interna da empresa — geralmente em um modelo de nuvem híbrida. Assim, os servidores principais são aqueles que estão fisicamente dentro da empresa ou alugados de forma exclusiva. No entanto, o sistema em si é virtualizado pelo serviço da Microsoft. Sua empresa ganha produtividade e simplifica a gestão, reduzindo custos de processos e otimizando a coleta de dados.


2. IaaS – Na
Infraestructure as a Service, ou IaaS, a empresa contratante não só recebe as ferramentas de gestão e produtividade como os recursos necessários para rodá-los no dia a dia. Ela elimina sua infraestrutura interna de datacenters. Toda a computação e o armazenamento são feitos na nuvem, dando mobilidade, flexibilidade e economia aos processos rotineiros de seu negócio.

 

As vantagens da utilização do Azure são variáveis, mas num primeiro momento, podemos citar:

 

– Bancos de dados SQL: Hoje, boa parte dos negócios ou serviços da atualidade tem estes como base crucial de seu negócio ou serviços. Com o Azure, é possível configurar seu banco todo de forma remota, economizando no uso de servidores locais. Seu SQL é inteligente e totalmente gerenciado, com alta compatibilidade e portabilidade para migrar bancos sem alterar os aplicativos. 

 

– Máquinas virtuais na nuvem: com a possibilidade de sua empresa ter acesso a inúmeros computadores virtualizados da Microsoft sem a necessidade de alugar desktops para os colaboradores. Outros usos podem envolver ambientes de teste e desenvolvimento para setores de TI, possibilitando infinitos modos de utilizar e acessar seus dados ali armazenados. No Microsoft Azure, é possível adquirir quantas máquinas virtuais forem necessárias para administrar a sua empresa, com a flexibilidade de configuração e ferramentas específicas para cada caso. Um exemplo bastante comum é sua equipe de TI poder contar com máquinas virtualizadas que utilizem Linux para desenvolvimento e gerenciamento, enquanto outro setor que precise utilizar um programa mais simples e exclusivo para Windows recebe acesso a ele sem precisar de tanta computação. É como ter vários computadores dentro do sistema sem a necessidade de investir em hardware.

 

– Análise de dados e com IA e machine learning: a inteligência artificial da Microsoft pode ser aplicada para gerar relatórios e inferir dados relevantes de desempenho do negócio a partir do tráfego submetido ao Azure.


– Gerenciamento de rede: o Azure para controlar a rede interna da empresa, inclusive com visualização em tempo real de tráfego, além de funcionalidades de controle de acesso e etc. Com toda a operação centralizada no Azure, ele permite que o gerenciamento da rede interna seja feito dentro do próprio painel de controle, permitindo monitorar, diagnosticar e obter informações sobre o desempenho e a integridade do sistema.

 

– Serviços na nuvem: é possível rodar aplicações completas na nuvem. Um cenário de uso para esse tipo de aplicação estaria em algum software comum, usado em vários setores da empresa, e que poderia ser executado remotamente para ganhos de produtividade. Outro exemplo é o de automação de serviços e processos repetitivos, liberando tempo dos funcionários que deixam de executar essas tarefas manualmente. Aplicações em nuvem aumentam a produtividade, simplificam a aquisição e gestão de contratos e permitem mobilidade para sua empresa.

 

– Armazenamento e backup: o Azure conta com backup automatizado de dados e também disponibiliza armazenamento remoto de dados. Há ainda a possibilidade de guardar programas de armazenamento híbrido, em que parte dos dados são locais e parte ficam na nuvem, em uma abordagem que combina alta performance para acesso rápido e a segurança da persistência de informações sensíveis na nuvem. Todo esse processo é simplificado e automatizado. Em caso de comprometimento de dados ou indisponibilidade do sistema em desastres, a empresa recupera seu sistema em questão de minutos e não sofre os prejuízos de ter que parar a operação.

 

– Streaming: o Azure oferece uma plataforma completa para a criação de plataformas de streaming de vídeo e áudio a partir da nuvem da Microsoft. A ferramenta oferece processos simplificados e grande qualidade de conexão para a criação de treinamentos à distância, endomarketing e exportação desse material para todos os meios mais conhecidos de divulgação.

 

– Contêineres na nuvem: contêineres são recursos muito populares atualmente entre desenvolvedores porque permitem o desenvolvimento de software de forma isolada dos sistemas em que rodam. Ao transferir esses ambientes para a nuvem, sua empresa pode passar a realizar testes mais aprofundados e em plataformas distintas, ganhando tempo no ciclo de desenvolvimento. Se a sua empresa trabalha com SaaS, aplicativos ou softwares para o público final, o serviço nativo de contêineres do Azure agiliza o trabalho dos desenvolvedores e aumenta a qualidade da entrega, por permitir testes customizados em plataformas distintas.

 

– IoT: a Internet das Coisas revolucionou a produtividade no ambiente de trabalho, utilizando dispositivos inteligentes para monitorar e analisar o desempenho de máquinas e pessoas. O Azure oferece um Hub específico para IoT, que conecta e gerencia potencialmente bilhões de dispositivos em um único sistema de gestão apoiado pela nuvem. Além disso, fica fácil passar o seu produto para outros sistemas se houver uma alteração de foco no mercado ou mudança de estratégia de negócio.

 

O que posiciona o Azure à frente de todos os concorrentes, hoje, é que a plataforma da Microsoft tem um nível de integração excelente com produtos da marca, como o Windows Server. Outro ponto forte é o bom relacionamento que a Microsoft tem naturalmente com empresas maiores em virtude de décadas de Windows e Office como aspectos fundamentais desses negócios. Sem contar que, diante de tantos ataques cibernéticos no mundo todo, a Microsoft garante um alto nível de segurança para todos os usuários da plataforma Azure em todas as suas camadas nos data centers e em sua infraestrutura, oferecendo uma cobertura de conformidade com mais de 35 ofertas específicas para setores como saúde e finanças. O Microsoft Azure promete suprir as necessidades de sua empresa, não importa o tamanho ou tipo de seu negócio, cabendo avaliar o que melhor irá atender as necessidades de sua empresa.

 

Mobile Device Management – Gerenciamento de Dispositivos Móveis

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utilização de dispositivos móveis é uma realidade no ambiente corporativo, não mais somente para uso pessoal, e o Brasil está entre os maiores mercados de smartphones do mundo. O uso desses aparelhos é imprescindível no dia a dia das empresas, ajudando na comunicação com clientes, fornecedores, colegas de trabalho e outras tarefas do cotidiano. Consegue imaginar o funcionamento da sua empresa, bem como da comunicação entre equipes e Departamentos, tanto dentro como fora da empresa, em outras unidades, sem o uso de dispositivos móveis? Ainda mais no Brasil, onde existe mais de um aparelho ativo por habitante? Diante deste volume de dispositivos, e para gerir e proteger esta parte importante de sua empresa, o Mobile Device Management é uma peça fundamental.

 

O MDM – Mobile Device Management, ou em português – Gerenciamento de Dispositivos Móveis – é um software que permite gerenciar dispositivos móveis como smartphones, tablets e laptops, com a função de proteger, mesmo que de forma remota, bem como controlar e ativar políticas de uso. É uma solução abrangente de gerenciamento de dispositivos móveis, criada para capacitar a força de trabalho da sua empresa dando o poder da mobilidade, aumentando a produtividade dos funcionários sem comprometer a segurança corporativa. O objetivo é otimizar e proteger o uso desses aparelhos, garantindo não somente a produtividade dos funcionários, mas trazendo a segurança da rede da sua empresa, e consequentemente, beneficiando com a redução de custos e da inatividade.

 

Os softwares de MDM são compatíveis com os principais sistemas operacionais do mercado, desde o Android, iOS, Windows Phone ao Blackberry, e para pleno funcionamento precisam ser instalados em cada dispositivo com acesso a dados corporativos confidenciais, o que inclui smartphones, tablets e notebooks. Desta forma, é possível acessar todos os dispositivos móveis por meio de uma plataforma que oferece um controle efetivo e centralizado, garantindo a segurança da informação e visão completa do que está sendo acessado e utilizado nos equipamentos. Da mesma forma, é possível configurar de acordo com as políticas de uso da sua empresa, implementando os comandos necessários de controle dos apps instalados e compartilhamento através dos dispositivos. Essa conexão plataforma-dispositivo também pode ser usada para instalar e controlar qualquer aplicativo nos dispositivos gerenciados. Importante lembrar que não é somente uma forma de controle, mas também de proteção, principalmente em caso de perda, furto ou roubo, já que estes são muito visados pelos criminosos, ou seja, protege a sua empresa contra acessos não autorizados à informações confidenciais, evitando grandes prejuízos com erros, invasões, ataques e vazamentos de dados.

 

Dentre as principais vantagens do MDM, podemos citar 5, que farão a diferença no gerenciamento do seu parque tecnológico móvel:


1. Praticidade – O software de Mobile Device Management, como qualquer outro aplicativo, pode ser instalado rapidamente e de forma simples nos dispositivos da sua empresa que se deseja controlar. Já a plataforma de gerenciamento pode ser 
acessada pelos gestores remotamente, quando e onde quiserem, com muita praticidade.

 

2. Segurança – Os aparelhos móveis são de grande utilidade para as empresas, contudo necessita estar protegido porque apresentam grandes riscos à segurança digital caso sejam perdidos ou roubados. Assim, o MDM traz a proteção aos seus dados, todas as informações sigilosas, sendo mais um recurso de segurança diante deste mercado tão vulnerável. Este software possibilita que sejam criados padrões específicos para diferentes tipos de usuário e de setor, aplicando-os imediatamente, permitindo gerenciar todos os tipos de conexão nos aparelhos (wi-fi, internet móvel e Bluetooth), selecionando quais os sites, redes e números de telefone permitidos. E um outro quesito de segurança que o MDM incorpora para a segurança é o rastreio via satélite, ou geofencing, onde é possível conferir a posição geográfica de cada dispositivo no mapa e caso ocorra alguma anomalia, as providências podem ser tomadas imediatamente. Lembrando que para identificar e monitorar cada pessoa, é preciso o seu consentimento, de acordo com a LGPD.

 

3. Redução de custos – As soluções de MDM são uma excelente forma de monitorar e reduzir o consumo de pacotes de minutos e dados, onde permitem controlar e limitar o tempo de chamadas telefônicas, bem como identificar e restringir o consumo de dados móveis, qual o tipo de rede e quais aplicativos são utilizados, de forma individual, se for o caso. O MDM é eficaz na ajuda às empresas em economia, tanto nos gastos com telecom, controlando tanto as ligações realizadas em cada aparelho, quanto o consumo de dados móveis. Desta forma, ele resolve um dos maiores problemas encontrados no dia a dia de muitos negócios que fornecem aparelhos corporativos, que são as situações onde os funcionários utilizam dispositivos como smartphones para uso pessoal, seja para fazer ligações ou navegar na internet.


4. Produtividade – A fim de manter suas equipes concentradas em suas atividades e buscar aumentar a produtividade, o MDM permite bloquear a instalação de novos aplicativos em aparelhos corporativos, garantindo que eles sejam utilizados somente para objetivos de trabalho, evitando desvio da finalidade. Essas funções permitem controlar diversas configurações em cada dispositivo móvel, permitindo ativar ou desativar câmera, microfone, conexões Bluetooth, USB, entre outras. Também é possível fazer bloqueios de acordo com determinadas janelas de tempo. Sua empresa pode liberar o acesso a determinados aplicativos somente durante o horário de expediente do colaborador, impedindo o acesso no período noturno, por exemplo.

 

 

5. Controle de Inventário – e não menos importante, uma funcionalidade extremamente prática e útil do MDM é a capacidade que oferece para controlar um inventário, com as informações recentes e completas sobre dispositivos móveis. Desta forma, é simples manter a atualização dos dados sobre cada aparelho, bem como controlar as linhas telefônicas utilizadas nos mesmos, controlar usuários, a fim de otimizar tempo, trabalho e dinheiro.

 

 

No mercado, existem várias ferramentas disponíveis no qual podemos destacar o Microsoft Intune, que faz parte do pacote EMS (Enterprise Mobility + Security) da Microsoft. O Intune se integra ao Microsoft Azure AD (Azure Active Directory) para controlar quem tem acesso e o que eles podem acessar. Ele também integra a Proteção de Informações do Azure para proteção de dados. E ele pode ser usado com o pacote de produtos do Microsoft 365. Por exemplo, você pode implantar o Microsoft Teams, o OneNote e outros aplicativos do Microsoft 365 em dispositivos. Esse recurso permite que as pessoas na sua organização sejam produtivas em todos os dispositivos, enquanto mantém as informações de sua organização protegidas com as políticas que você criar.

 

No Intune, você gerencia os dispositivos usando a abordagem correta para sua empresa, controlando totalmente tudo que entra e sai de todos os dispositivos, não somente informações, mas tudo que se trata de recursos e segurança. Uma vez registrados e definidos no Intune, eles receberão suas regras e configurações através de políticas definidas, onde, por exemplo, você pode definir os requisitos de senha e de PIN, criar uma conexão VPN, configurar a proteção contra ameaças e muito mais.

 

Com tantos dispositivos móveis espalhados, conseguir gerenciá-los de maneira inteligente e ágil vai te ajudar a mitigar ameaças, definindo constantemente novas políticas de segurança, mas sem abrir mão da produtividade. E a dependência de dispositivos móveis só tende a aumentar, porque hoje é uma solução para todo tipo de empresa, que necessita estar presente em vários lugares, e seus colaboradores precisam estar aptos a buscar e enviar informações para estas empresas. O MDM surge como uma das soluções mais importantes para empresas de todos os tamanhos e segmentos, que buscam garantir a segurança da informação e a produtividade, conseguindo aumentar de maneira bastante rápida e eficaz o poder de controle sobre dispositivos móveis, oferecendo mais suporte e segurança, enquanto mantém a mobilidade e flexibilidade desses aparelhos para os usuários.

 

Falha crítica em modem coloca milhões de Android em Risco

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ma invasão de telefone pode comprometer sua identidade e sua privacidade sem que você saiba. Os criminosos evoluem e aprimoram continuamente os métodos de invasão, tornando-os cada vez mais difíceis de detectar, e com a frequência maior ainda, com surgimento de novas ameaças todos os dias. E uma das últimas descobertas foi para o modem fabricado pela Unisoc para dispositivos eletrônicos, como smartphones e smart TVs tem no seu firmware vulnerabilidades críticas de segurança, e algumas destas falhas podem comprometer o modem. E ainda, foram confirmadas que há outras fragilidades relacionadas ao chip, que levantou o alerta para os usuários de dispositivos móveis Android. A Unisoc produz chipsets baratos para dispositivos que operam em 2/3/4 e 5G. A marca é extremamente popular na África e na Ásia, devido aos seus preços baixos. Até o final de 2021, ela era classificada como a quarta maior fabricante de chips para smartphones do mundo – depois de MediaTek, Qualcomm e Apple, com 11% de participação no mercado global.

 

Esta vulnerabilidade crítica de segurança no firmware do modem UNISOC, que foi encontrada pela Check Point Research (CPR) na divisão de Inteligência em Ameaças da Check Point Software, se não for devidamente corrigida, pode ser usada para neutralizar serviços de modem e bloquear comunicações. A brecha afeta milhões de dispositivos móveis Android pelo mundo todo. Segundo a divisão de Inteligência em Ameaças da Check Point Software Technologies, se não for corrigido, o problema pode ser utilizado por atacantes que desejem neutralizar serviços de modem e bloquear comunicações de um local específico, tudo por meio de um pacote enviado por estações de rádio. De todo modo, a pesquisa ressalta que ele não se aplica ao sistema operacional do Google.

 

De acordo com a Slava Makkaveev, pesquisador de engenharia reversa e de segurança da Check Point Software Technologies, por enquanto, não há nada que os usuários de Android possam fazer. O mesmo afirma que a vulnerabilidade está no firmware do modem, não no próprio Android. Considerada de extrema relevância, a vulnerabilidade foi divulgada inicialmente à fabricante de hardware, que reconheceu o problema e atribuiu a pontuação crítica de 9,4. A falha está catalogada no CVE como “CVE-2022-20210” e será destacada no patch do próximo boletim de segurança do Android. Ainda assim, o Google informou que publicará um patch de correção no próximo boletim de segurança do SO – e a recomendação é para os usuários do sistema o apliquem assim que liberado pela gigante das buscas.

 

“Somos os primeiros a fazer engenharia reversa e investigar vulnerabilidades no modem UNISOC. Analisamos que um atacante pode ter usado uma estação de rádio para enviar um pacote malformado que redefiniria o modem , privando o usuário da possibilidade de comunicação. Deixada sem correção, a comunicação celular pode ser bloqueada por um atacante. A vulnerabilidade está no firmware do modem, não no próprio Android. Não há nada que os usuários do Android possam fazer agora, além, é claro, da nossa recomendação para aplicar o patch que será lançado pelo Google em seu próximo Boletim de Segurança do Android”, alerta Slava Makkaveev, pesquisador de engenharia reversa e de segurança Check Point Software Technologies.

 

Manter atualizados sistemas operacionais, sejam quais forem, é de suma importância devido a eventos como o divulgado. É importante lembrar para não instalarem aplicativos de fontes não confiáveis. Uma ou mais destas situações podem ser um sinal de alerta de que seu telefone foi violado, como:


– A bateria do telefone acaba rapidamente. Malware e aplicativos fraudulentos às vezes usam códigos maliciosos que tendem a utilizar muita bateria.


– O telefone está funcionando de forma estranhamente lenta. O telefone violado pode estar desviando sua potência de processamento para aplicativos obscuros do hacker, e pode ocorrer o congelamento inesperado, panes e reinicializações inesperadas.


– Você percebe atividades estranhas em suas outras contas on-line. Quando um hacker invade seu telefone, ele tenta conseguir o acesso às suas contas valiosas. É importante estar atento se há solicitações de redefinição de senha em suas redes sociais e contas de e-mail, locais de login incomuns ou verificações de inscrição em contas novas.

 

A segurança contra invasões de telefones é cada vez mais importante, pois nossas informações pessoais estão cada vez mais digitais e conectadas a dispositivos móveis. Como os métodos estão em constante evolução, é imprescindível ter cuidado com a maneira de se proteger e, felizmente, existem muitas práticas conhecidas comprovadas que reduzem os riscos de invasão por hackers. Esteja sempre atento e atualizado.

 

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